segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Rocha

"Que dias há que n’alma me tem posto
Um não sei quê, que nasce não sei onde,
Vem não sei como, e dói não sei por quê."
(Camões)

Conheço pessoas que tocam e não se envolvem com nada, que gastam energia em vão, que se movem, perdem noites de sono por uns dias e, no outro, não se interessam mais.  Meu atual sonho de consumo é esse: a superficialidade dos sentimentos.  Ser como eu sou, ou desabrochar a cada 5 anos, é ter folhas e flores demais para recolher, dói.  
Estou colada na Rocha e dela parece que não sairei jamais.




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